Archive | Estudo de casos

licenciamento de imagens

Estudo de caso: Violação na submissão/envio de imagens

Postado em 27 julho 2010 by Gianfranco Coppola

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licenciamento Estudo de caso: Violação na submissão/envio de imagens

Foto Ilustrativa

Problema:

Um fotógrafo submeteu diferentes imagens da mesma sessão de fotos para dois bancos de imagens diferentes. O banco de imagem “A” licenciou uma destas imagens para uma empresa de seguros para uso em anúncio. O banco de imagem “B” foi atrás da empresa de seguros, alegando que a mesma usou a foto sem a devida licença.

Solução:

A empresa de seguros perguntou ao banco de imagens “A’ para que o mesmo resolvesse a questão com o banco de imagem “B”. Como resultado, o banco de imagens “B”, removeu as imagens similares da sua coleção para evitar problemas futuros como este. Ambos bancos, alertaram o fotógrafo para não oferecer imagens da mesma produção/sessão para mais de um agência de fotografia.

Comentários do autor:

Atualmente como o número de produtores de contéudo visual cresceu bastante devido ao crescimento do mercado global de licenciamento de imagens, encontramos no mercado empresas sérias que prezam por produzir boas fotos, sem similaridade e com toda proteção legal possível. Na contramão também é verdade que existem produtores geralmente de porte menor que pensam em quantidade e não na qualidade de seu material fotográfico produzido e com isto fazem suas coleções cheias de imagens similares e acabam submetendo esta para vários bancos de imagens distintos para representação, gerando assim problemas de similaridade de imagens.

Por isto mais do que nunca é muito importante a escolha do seu banco de imagens no qual pretende trabalhar. Bancos de imagens mais conhecidos somente representam coleções de imagens de fornecedores idôneos e profissionais, garantindo assim mais segurança para os clientes no que se refere ao licenciamento de imagens.

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Estudo de caso: Disputa por violação de marca registrada

Postado em 27 julho 2010 by Gianfranco Coppola

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Foto Ilustrativa

Um fabricante de doces reclama que os seus produtos foram usados numa fotografia de stock, violando assim a sua marca registrada e demandou que a imagem fosse tirada do acervo do banco de imagens. O banco de imagens, representante da imagem em questão disse que os chocolates mostrados não foram produzidos por este fabricante de doces, mas que um confeiteiro profissional foi contratado pelo fotógrafo especialmente para produzir chocolates com visual genérico para a sessão de fotos.

O banco de imagens também pontuou que o fabricante de doces não apareceu em nenhum aspecto da foto. Este banco de imagens também pegou parecer jurídico que para a representação de objetos comuns numa foto não pode ser considerada violação de marca registrada e também não causaria confusão a um possível cliente final no qual poderia vir a licenciar tal imagem sobre qual fabricante de doces em específico o produziu, patrocinou ou endossou a foto. A reclamação foi retirada.

Comentários do autor:
Este é mais um típico caso clássico onde alguém (pessoa/empresa) “acha” que o que foi fotografado os pertence e com isto vão atrás pedir indenização. Cabe ao banco de imagens no possui a imagem em seu acervo provar que se trata de um equívoco por parte do reclamante. Todas as vezes que me deparei com este tipo de problema não comum mas que acontece, conseguimos juntar provas de que o reclamante estava enganado. Mostramos contratos entre a coleção de imagens que contratou o fotógrafo para produzir as fotos, local, data, etc… mostrando que não poderia ser o produto do reclamante mas algo que possa ter o confundido devido a sua possível similaridade. Estes tipo de caso nuca foi para o tribunal e até hoje em 100% das vezes, conseguimos provar e fazer o reclamante desistir de qualquer tipo de ação legal, ficando assim a imagem livre para o seu licenciamento ou uso futuro.

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Estudo de caso: Reclamação de uso indevido

Postado em 27 julho 2010 by Gianfranco Coppola

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Foto Ilustrativa

O atual dono de uma casa se opôs quando viu sua casa destacada em um anúncio de um banco. A agência de publicidade deste banco havia licenciado a imagem através de um banco de imagens que foi capaz de localizar uma autorização de propriedade (property release) válida no qual foi assinada pelo antigo dono. O dono atual, retirou então sua reclamação.

Note que apesar de que uma autorização de propriedade não ser legalmente requerida para uma foto de uma casa, muitos bancos de imagens tem uma política de requerer/exigir estas autorizações para uso comercial para evitar que o seu cliente enfrente problemas como a reclamação acima.

Comentários do autor:
Na dúvida, sempre verifique se a propriedade retratada em uma imagem a ser licenciada através de um banco de imagens tem o seu devido property release assinado (autorização de propriedade). Com isto, estará com certeza seguro e livre de possíveis dores de cabeça futuras.

Na página de descrição/informação da imagem nos sites dos principais bancos de imagens esta informação esta disponível e presente com as possíveis legendas:
Property Release: Yes/No (Sim/Não)
Autorização de Propriedade: Yes/No (Sim/Não)

É importante frisar que esta responsabilidade em checar se a imagem possui esta autoriazação ou não é sua e não do banco de imagens em lhe informar (vide contrato de licenciamento de imagens) de cada banco de imagens disponível nos sites. Apesar de que no meu caso sempre instruo o meu pessoal de atendimento a informar se a propriedade retratada na foto tem ou não autorização e se não quais providências a tomar.

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Estudo de caso: Autorização de propriedade falsa

Postado em 27 julho 2010 by Gianfranco Coppola

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Foto Ilustrativa

Um dono de uma casa viu sua residência em um anúncio de uma empresa de cartão de crédito. Ele sabia que nunca tinha dado a ninguém autorização para que sua casa fosse fotografada. Embora o banco de imagens tivesse uma autorização de propriedade (property release) em seu arquivo, uma investigação mais profunda revelou que o fotógrafo tinha forjado esta autorização.

O banco de imagens entrou em acordo com o dono da casa, protegendo assim a agência de publicidade e a empresa de cartões de crédito de todas as reclamações. O fotógrafo deixou de ser um contribuidor do banco de imagens e todas as suas imagens foram retiradas da coleção e do site.

Comentários do autor:
Apesar de ser pouco comum isto acontecer, ainda assim é possível por isto a única recomendação que faço é a de se abastecer por imagens somente de banco de imagens de nome e reputação confiáveis. O licenciamento de imagens através dos bancos de fotos deve lhe dar segurança e proteção e não dores de cabeça por isto escolha de forma correta com quem trabalhar.

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Estudo de caso: Identidade por engano

Postado em 27 julho 2010 by Gianfranco Coppola

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gww279629111 Estudo de caso: Identidade por engano

Foto Ilustrativa

Uma família reclama que uma empresa de cartões postais estava usando sem permissão, uma foto de um membro da família idoso numa série de produtos humorísticos incluindo sacolas de presentes, postais, embalagem de produtos e displays de loja. A empresa de cartões postais, licenciou a imagem de um banco de imagens e pediu proteção adicional contra possíveis reclamações.

O banco de imagens tinha arquivado a autorização do modelo (model release) que estava sendo retratado na foto, e também provou que embora a pessoa da foto parecesse muito com o membro da família reclamante, o modelo da foto em questão era outra pessoa completamente diferente. O banco de imagens também tinha outras imagens tiradas na mesma época, mostrando o modelo em várias situações diferentes e em diferentes ângulos. Em algumas destas fotos, o modelo não lembrava o membro da família. A família foi convencida e a reclamação foi retirada.

Comentários do autor:
Este é o clássico dos clássicos dos problemas que podem acontecer ao se licenciar uma imagem através de um banco de imagens. E o pior é que não podemos fazer nada. Existem desde os aproveitadores de plantão que se acham espertões e querem tentar tirar uma graninha sua dizendo que são eles na foto mesmo sabendo que não são ou mesmo aqueles que realmente acham que estão na foto e juram de pés juntos por isto.

Eu ja me deparei algumas poucas vezes com estes dois tipos de situação e em todas nunca foi preciso chegar na esfera jurídica de fato. Em 100% das vezes conseguimos provar que não passou de um mal entendido.

Vou destacar dois casos abaixo no qual eu mesmo fui contactado diretamente pelo reclamante depois do cliente final da agência ter reclamado com a mesma e esta nos ligado pedindo nossa intervenção.

Caso real 1
Uma agência parceira no qual licenciou uma imagem do nosso acervo para seu cliente final nos ligou dizendo que seu cliente, uma empresa de frota de ônibus público do estado do Rio Grande do Sul havia recebido uma notificação extra judicial de uma pessoa reclamando que estavam usando a imagem de sua filha em campanha publicitária de forma ilegal. Esta notificação foi feita e enviada pelo do pai de uma criança com síndrome de down. Este pai dizia que a imagem de sua filha estava sendo usada em anúncio de busdoor na frota de ônibus desta empresa de forma indevida e sem a devida autorização. Ele ainda dizia que toda a vez que a menina via sua imagem na lateral dos ônibus em circulação na cidade a menina ficava inquieta e agressiva e por isto ele pedia indenização por danos morais.

Em ajuda ao nosso cliente (agência de publicidade) e consequentemente ao seu cliente final, imediatamente entramos em contato com a empresa/coleção dona da imagem no qual estavamos representando. Prontamente nos informaram o nome da menina em nossa foto, data e local de onde a foto foi tirada e ainda nos mandaram várias outras imagens da mesma menina em outras situações de modo a comprovar que se tratava de um caso de identidade por engano pois a menina em nossa foto não era brasileira, a foto tinha sido tirada anos atrás ou seja, hoje a menina da nossa foto ja era uma mulher e não mais uma criança e as outras fotos nos ajudaram a mostrar ao pai da reclamante que ele só poderia estar equivocado e que se de fato abrisse um processo, perderia com certeza e ainda nos teria que indenizar.

Caso ele optasse por um processo contra o cliente final da agência nossa cliente, iríamos suportar as custas legais pois esta imagem estava acompanha da sua autorização de modelo (model release), devidamente assinada onde tínhamos ja uma cópia física a ser mostrada ao reclamante. Esta informação sobre a autorização de modelo estava também devidamente informada em nosso website, sendo assim esta uma responsabilidade nossa.

No entanto as provas eram convincentes e neste caso o pai da criança (o reclamante), desisitu de qualquer tipo de ação legal, dando assim o caso como encerrado.

Para mim ficou a suspeita de que apesar da semelhança, o pai desta criança sabia que não era sua filha em nossa imagem mas devido ao porte da empresa de ônibus no qual estava usando a imagem licenciada, o mesmo tentou se beneficiar da situação e arrancar um dinheiro extra dada a similaridade. Se não estivessemos bem equipados em termos de documentação, talvez sua investida tivesse dado o resultado esperado a ele.

PAA484000014 Estudo de caso: Identidade por engano

foto ilustrativa

Caso real 2
Neste outro caso, recebi um dia uma ligação de um suposto pai de uma filha modelo. Ele disse que estava navegando em nosso website e que coincidentemente havia visto uma imagem de sua filha que estava morando no exterior em uma de nossas imagens no site. Esta imagem era de uma praia no qual tinha uma mulher de perfil. Este pai dizia que a praia era do litoral brasileiro pois havia reconhecido por ter visto em um albúm de viagem de sua filha.

Imediatamente pedi o nome completo da filha ao pai e paralelamente acionei o meu fornecedor/dono da coleção de onde vieram estas imagens.

Mais uma vez, o nome da modelo era diferente, a localidade das fotos também (outro país) e as datas no qual ele me passou não batiam com as datas das nossas fotos. Pedi ao meu fornecedor uma cópia da autorização de modelo (model release) para comprovar a este pai mostrando também imagens com a mesma modelo agora de frente em outras situações na mesma praia (diferente da descrição da praia supostamente brasileira que o pai informou) de que a modelo da imagem não era sua filha. Mesmo assim, ele ainda teimava que era sim a sua filha mas dias depois na certeza de seu golpe não ter dado certo, acabou cedendo dizendo que havia consultado sua filha no exterior e que a mesma disse não ter estado em praia alguma nos últimos anos. Com isto, este caso foi arquivado.

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Estudo de caso: Autorização de modelo (model release) contestada

Postado em 27 julho 2010 by Gianfranco Coppola

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gws1780431 Estudo de caso: Autorização de modelo (model release) contestada

Foto Ilustrativa

Uma mãe assinou uma autorização de modelo para sua filha menor participar de uma sessão de fotos no qual retrataria uma festa de criança. As imagens foram feitas com a intenção de serem usadas em uma história numa revista. Anos depois, a menina viu uma de suas imagens sendo usada em uma pequena embalagem de um produto eletrônico. Ela e sua mãe, processaram o fabricante do produto e o fotógrafo, reclamando e pedindo compensação financeira uma vez que a imagem dela estava sendo usada para ajudar a vender um produto.

Todas as custas da defesa do fabricante e da agência de publicidade a respeito desta reclamação foram suportadas pelo banco de imagens que licenciou a imagem ao fabricante. O juiz achou que a imagem não caracterizava que a modelo estava usando ou endossando o produto e uma vez que sua mãe assinou uma autorização de modelo (model release) válida permitindo qualquer uso futuro que o fotógrafo quisesse fazer, nenhuma compensação financeira era devida.

Comentários do autor:
É comum as pessoas esquecerem dos seus atos ao passar dos anos ou mesmo ainda assinar contratos sem mesmo os ler e neste caso a mãe havia esquecido que quando sua filha participou da seção de fotos anos atrás quando ainda era menor a mesma havia assinado um termo autorizando o uso da imagem de sua filha para qualquer uso comercial futuro sem data de término. Neste caso esta mãe não teve muito o que fazer a não ser aceitar e ver sua filha estrelando campanhas publicitárias.

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